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Profissionais contábeis se reúnem em seminário em Vitória

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Seminário da Reforma Tributária reúne centenas de profissionais na sede do CRces.

Por Helton Carvalho
Foto: Divulgação

O Conselho Regional de Contabilidade do Espírito Santo (CRces) e a Fundação Brasileira de Contabilidade (FBC) realizaram no último dia 8, a primeira edição do Seminário da Reforma Tributária. O evento aconteceu na sede do conselho, em Vitória e reuniu centenas de profissionais na modalidade híbrida. O seminário contou com a presença de auditores fiscais do estado do ES, autoridades públicas, o conselheiro do CFC, Haroldo Santos Filho, além do delegado da Receita Federal, Eduardo Augusto Roelke.
Durante o seminário, diversos especialistas apresentaram as novas diretrizes e desafios da reforma, incluindo conferências de renomados auditores. A reforma tributária é um tema de grande relevância no Brasil, especialmente em um cenário econômico que demanda simplificação e eficiência.
Neste contexto, o presidente do CRces, Walterleno Noronha, enfatizou que a reforma não será tão simples conforme o Governo Federal tem massificado. “Dentre as principais dificuldades que os contadores enfrentam na implementação das novas diretrizes propostas, considerando a complexidade do sistema tributário atual, temos muito a compreender para aplicar – de forma correta, as novas exigências e não prejudicar os empresários nesta transição simbólica”.
Para a presidente da FBC, Sandra Santiago, novas edições do seminário devem acontecer em outras partes do País incluindo o estado do Espírito Santo. “Precisamos preparar o profissional para compreender melhor todo este processo de mudança que vai impactar a economia nacional. Temos muito estudo pela frente e teremos que aperfeiçoar os nossos sistemas para nos adaptarmos – bem como novos softwares contábeis que sejam compatíveis”, disse Sandra.
O delegado da Receita Federal, Eduardo Augusto Roelke ressalta que é preciso acompanhar de perto o impacto da mudança fiscal. “O momento é de entender como os sistemas, a cadeia de suprimentos, a logística e o cliente final serão impactados”. Concluiu o delegado Eduardo Roelke.

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